Daniel Antunes Júnior é administrador, ex-bancário, atualmente fazendeiro e, nas horas vagas, historiador, genealogista e escritor no gênero de crônicas. Seu livro de estréia “Lençóis do Rio Verde – Crônica do Meu Sertão”, edição esgotada, está sendo cogitado para a segunda edição, tão logo venha a lume o seu já programado “Coração de Prata – Contos Correntes”.
Como historiador, está promovendo a restauração do Livro
do Tombo, manuscrito de 1819, que registra o patrimônio territorial do morgadio do VI Conde da Ponte, abrangendo cento e sessenta léguas de terras, que vão desde o Morro do Chapéu, situado na parte central da Bahia – Chapada Diamantina, até as nascentes do Rio das Velhas, em Minas Gerais.
Como cronista, já atuou em diversos jornais da Capital e do Interior, cogitando-se, igualmente, de enfeixar em volume especial, atendendo a pedidos, as “Crônicas Gorutubanas”, publicadas ao longo de sete anos.
Embora tenha produzido alguns sonetos (prefere o tipo italiano – o de dois quartetos e dois tercetos rimados) não se considera poeta, nem se sente à vontade com essa classificação. Entende que ser poeta é ter a inspiração e a virtuosidade que não contemplam, indistintamente, a qualquer versejador. E no sentido trivial e prosaico – quase depreciativo – “ser poeta” se equipara a ser visionário, algo quixotesco.
Ex-governador distrital do Lions Internacional, é membro da Arcádia de Minas Gerais, da Academia Mineira de Leonismo e do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais. Eleito para a Academia Municipalista de Letras de Minas Gerais, ainda não tomou
posse. (Nota de apresentação do ensaio publicado na Revista da Arcádia de Minas Gerais,intitulado “O Amor, a Amizade e o Casamento”)
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Um comentário:
Prezado Sr. Daniel Antunes Júnior
Boa tarde!
Procurando hoje no google alguma informação sobre o alferes José Nicolau Tolentino de Espinosa, dei-me com o seu blog e com a notícia de que o senhor é descendente do alferes e que está elaborando o catálogo genealógico dos seus descendentes.
O meu sogro, já falecido, Benedito Nogueira, é filho de José Américo Nogueira, nascido em Espinosa aos 12 de Novembro de 1876, e neto de Antônio Nogueira Tolentino e de Bernardina Adelaide, todos de Espinosa.
Consta na família que o meu sogro era descendente do alferes José Nicolau Tolentino.
Tenho apenas uma vaga informação de que uma das filhas do alferes casou-se com um Manoel Nogueira, mas não consegui até hoje estabelecer documentalmente o parentesco de Antônio Nogueira Tolentino, que deve ter nascido por volta de 1840-1850, com o alferes.
O senhor teria, por acaso, em sua base de dados alguma referência aos Nogueira Tolentino de Espinosa e especialmente sobre Antônio Nogueira Tolentino, que seria neto ou bisneto do alferes?
Atenciosamente,
Manoel César Furtado
Email: mances@netsite.com.br
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